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Estância (Sergipe): História

Estância (Sergipe): História

Quem primeiro desbravou as terras foi Pedro Homem da Costa e nelas edificou uma capela, dedicada a Nossa Senhora de Guadalupe, santa que nos consta, é, também, a Padroeira do México. Entre os mexicanos, Estância é uma propriedade de criação de gado e os seus ocupantes são chamados de estancieiros, daí o nome adotado por Pedro Homem da Costa: Estância. A ocupação de semaria aconteceu através de uma carta assinada pelo Capitão-mor João Mendes em 16 de setembro de 1621 e era um povoado de Santa Luzia.
Estância recebeu muita influência de origem africana de escravos que vieram para trabalhar nos engenhos de açúcar da povoação e arredores. Também recebeu imigrantes do Norte de Portugal (Minho, Douro e Traz os Montes) e uma minoria de imigrantes espanhóis vindo majoritariamente da Galícia.
Durante boa parte do século XX foi a segunda maior cidade de Sergipe, perdendo essa posição a partir dos anos 1970 quando outras cidades do interior começam a ter forte desenvolvimento como Lagarto e Itabaiana, além de dois municípios do entorno da capital: Nossa Senhora do Socorro e a histórica São Cristóvão, no entanto a mesmo continua em forte progresso, considerada como o maior polo industrial do Estado, sendo portanto, uma das maiores cidades deste.
O município recebeu atenção da mídia por ser onde ocorreu a queda do Piper PA-28 prefixo PT-KLO em 27 de maio de 2019, especificamente no povoado de Porto do Mato, vitimando os três ocupantes da aeronave, dentre eles o cantor Gabriel Diniz. O aparelho seguia de Salvador com destino a Maceió.

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Quelle: Text: Wikipedia – „Estância (Sergipe)“, Autorinnen und Autoren (Versionsgeschichte), CC BY-SA 4.0 · Foto: Paul R. Burley, CC BY-SA 4.0 – Wikimedia Commons