Camaquã: História
A região onde atualmente localiza-se Camaquã, é conhecida desde os tempos coloniais de 1714. A origem do povoamento remonta a 1763, quando casais açorianos dirigem-se para o sul, fundando fazendas e charqueadas. Sua história no entanto, tem início em 9 de dezembro de 1815, com a licença para a criação da Capela Curada de São João Batista, em terreno doado por Joaquim Gonçalves da Silva, pai do Gal. Bento Gonçalves e considerado o fundador da cidade.
Como não havia água nas proximidades da Capela, o povoamento demorou a acontecer. O interesse religioso e pecuário, porém, despertou interesse e a população cresceu com a chegada de imigrantes portugueses, franceses, poloneses, alemães, espanhóis e africanos e pelos indígenas. O território fazia parte da Freguesia do Triunfo, nas sesmarias do Cordeiro, do Duro e do Cristal, de propriedade de Silva.
Em 1844, uma nova capela foi erguida nas terras doadas por Ana Gonçalves da Silva Meirelles, à margem esquerda do Arroio Duro, onde atualmente se localiza a cidade, motivo pelo qual alguns historiadores consideram Ana a fundadora de Camaquã.
A Vila da Pacheca é a região mais importante da cidade em termos de vestígios históricos. Todas as casas da vila estão na beira do Rio Camaquã que era, para esse povoado, o acesso ao mundo. Ali, está a casa de Manoel da Silva Pacheco, outro possível fundador do município.==Referências==