Espinosa (Minas Gerais): História
A região de Espinosa foi penetrada pela primeira vez pela entrada dos espanhóis Francisco Bruza Espinosa e João de Azpilcueta Navarro em 1554, que partiu do litoral da Bahia.
O território municipal foi colonizado pela pecuária relacionada à Casa da Ponte, de Antônio Guedes de Brito, no final do século XVII e início do século XVIII.
Em 1846, foi erguida uma capela em louvor a São Sebastião, em cujos arredores se formou a povoação de Lençóis do Rio Verde (atual cidade de Espinosa), elevada à categoria de freguesia da vila de Boa Vista do Tremendal (atual Monte Azul) pela Lei Provincial nº 1.905, de 19 de julho de 1872.
A Lei Estadual nº 843, de 7 de setembro de 1923, elevou o distrito de Lençóis do Rio Verde (ou Lençóis) à categoria de município, com o nome de Espinosa, sendo instalado em 9 de março do ano seguinte.
A Lei Estadual nº 843, de 7 de setembro de 1923, elevou o distrito de Lençóis do Rio Verde (ou Lençóis) à categoria de município, com o nome de Espinosa, sendo instalado em 9 de março do ano seguinte.
Duas personalidades marcam a história do município. Uma delas é o judeu Heitor Antunes, um dos primeiros a se fixar no norte de Minas, sendo um dos primeiros povoadores da região. Outra história é a da "Finada Amélia" que foi assassinada por seu marido, cuja sepultura fica à beira da avenida principal da cidade. Nela são feitas romarias, queimam-se velas e foi erguida uma capela por um devoto, por ela ser uma alma milagrosa.