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Casa Branca (São Paulo): História

Casa Branca (São Paulo): História

O vilarejo se originou ao redor de uma casa branca que era utilizada pelos bandeirantes como pousada, no século XVII. Era acessado pelo antigo caminho de Goyaz ou "estrada dos Goiazes", a qual ligava São Paulo às antigas minas de ouro de Goiás.
Foi elevada a Freguesia de Nossa Senhora das Dores de Casa Branca em 1814, pertencendo ainda ao território de Mogi Mirim, sendo elevada à categoria de Vila em 1841. Foi elevada à categoria de cidade em 1872.

Em 1819, Casa Branca foi visitada pelo naturalista francês Auguste de Saint-Hilaire, o qual deixou relato sobre as antigas casas dos açorianos e sobre a igreja dedicada a Nossa Senhora das Dores.
O município possuía grande parte de seu calçamento em paralelepípedo, principalmente na região central, o qual acabou sendo coberto por asfalto em meados de 2018/2019. Os paralelepípedos eram tidos como charme do município, podendo-se, ainda, encontrar duas estações de trem.
A principal delas hoje está situada no bairro do Desterro onde também está localizada a principal igreja de Casa Branca, uma torre de panorama da cidade, além de um grande terminal. O Terminal Intermodal Rodoferroviário Porto seco sendo administrado pela Ferrovia Centro-Atlântica e a Vale S.A., inaugurado em 3 de maio de 2005.
O terminal tem potencial para cargas e descargas de contêineres de diversos produtos como: açúcar, café, cachaça, entre outros e é um dos principais afluentes entre o Brasil todo, e passa pelas cidades Montes Claros, Belo Horizonte, Uberlândia, Brasília, São Paulo, Ribeirão Preto, Casa Branca e Santos. Já a segunda estação abriga hoje o museu da cidade.

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Quelle: Text: Wikipedia – „Casa Branca (São Paulo)“, Autorinnen und Autoren (Versionsgeschichte), CC BY-SA 4.0 · Foto: Blamed, CC0 – Wikimedia Commons