Heimatgeschichte · Espera Feliz ·

Espera Feliz: História

Espera Feliz: História

Até o século XVIII a região pertencia a capitania do Espírito Santo, fazendo parte da chamada área proibida, que compreendia em um extenso corredor inexplorado que protegia a região mineradora de acessos que não fossem os caminhos oficiais fiscalizados pela Coroa Portuguesa. Em 1709, passou a fazer parte da Capitania de São Paulo e Minas de Ouro e a partir de sua divisão, as terras que hoje englobam o município passaram a fazer parte da Capitania de Minas Gerais.
A região era habitada pelos índios Puris até a chegada dos primeiros colonizadores que deram inicio a sua fixação.
A sede do município de Espera Feliz surgiu no entorno da estação ferroviária da Estrada de Ferro Leopoldina, que fazia a ligação entre as linhas Manhuaçu e Ramal Sul do Espírito Santo. Daí o primeiro nome do povoado surgido com a estação: Ligação.
O Ramal Sul do Espírito Santo se iniciava em Cachoeiro de Itapemirim e findava em Espera Feliz, único ponto da linha no estado de Minas Gerais, fundado em 15-10-1911. O ponto era de ligação com a linha que começava em Manhuaçu e ia terminar no sul do Estado.
Em 1938, Espera Feliz é emancipada de Carangola por um decreto do então Governador de Minas Benedito Valadares. O município de Espera Feliz compreendia, também, Caparaó e Caiana, que posteriormente viriam a se emancipar (1963 e 1962).
Em 18 de abril de 1992 foi instalada a comarca de Espera Feliz, cuja jurisdição se estende aos municípios de Caparaó e Caiana.

Na década de 1940 a Klabin S/A passou a controlar a empresa ubaense Caolim Ltda. Em Espera Feliz a empresa assumiu a extração de caolim para fabricação de porcelanas e papel couché. A partir de 1960 a Klabin viabilizou a fabricação de caulim-papel, para filler em Espera Feliz, com equipamento proveniente da Companhia Fabricadora de Papel.

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Quelle: Text: Wikipedia – „Espera Feliz“, Autorinnen und Autoren (Versionsgeschichte), CC BY-SA 4.0 · Foto: Ângelis Mendes, CC BY-SA 4.0 – Wikimedia Commons