Carmo do Cajuru: História
Antes da chegada dos colonizadores portugueses, no século XVI, toda a região do atual estado de Minas Gerais era ocupada por povos indígenas do tronco linguístico macro-jê.
Carmo do Cajuru foi fundada pelo capitão Manoel Gomes Pinheiro, vindo de Nossa Senhora do Desterro, por volta de 1815, quando pediu licença ao imperador Dom Pedro I para erguer a Capela de Nossa Senhora do Carmo, cuja provisão data de 16 de agosto de 1823. O nome Cajuru, nome da Fazenda de Manoel Gomes, consta em documentos datados de 1785 e dava nome também ao Morro do Cajuru, atual Morro da Cruz, localizado à margem direita do Ribeirão do Empanturrado. Em 1834, a Câmara Municipal de Pitangui criou o distrito de Cajuru, quando passou a ter cartório e juiz de paz.
Elevado à categoria de município com a denominação de Carmo do Cajuru, pela lei estadual 336, de 27-12-1948, desmembrado de Itaúna.
Antiga Boca da Mata, Carmo do Cajuru abrange alguns distritos rurais: Bom Jesus de Angicos, Marimbondos, São José dos Salgados e Santo Antônio da Serra (Jacuba). Esta cidade é diferente de Divinópolis, sua irmã, distante doze quilômetros. Tem uma população pequena (cerca de 21 mil habitantes); tem bom nível educacional, destacando-se como um dos melhores do estado de Minas Gerais. Carmo do Cajuru tem sua própria usina hidrelétrica, a Pequena Central Hidrelétrica (PCH Cajuru).