Regente Feijó (São Paulo): História
A história do município paulista de Regente Feijó está intimamente ligada à Estrada de Ferro Sorocabana, que inaugurou sua estação em Memória (nome primitivo do lugar, em alusão ao ribeirão Memória) em 1919, e possui como principais fundadores: Capitão Francisco Whitaker, Augusto Vieira, Antônio Vieira e Joaquim Lúcio Fortunato.
A fundação do município deu-se em 1922 (103–104 anos) quando a Companhia São Paulo-Mato Grosso, com a liderança de Francisco Whitaker, separou uma gleba de 10 alqueires, dividiu-as e vendeu-as, formando o Patrimônio Memória, justamente onde localizava-se um pouso de descanso e alimentação para peões e boiadas transportadas do Mato Grosso. Em 1925, o vilarejo, que até então possuía 30 casas, foi elevado a Distrito de Paz de Presidente Prudente.
A emancipação político-administrativa deu-se em 28 de junho de 1935 por decreto do então governador Armando de Sales Oliveira e o Coronel Augusto César Pires foi nomeado o primeiro prefeito.
Após a criação do município de Regente Feijó, houve a incorporação do distrito de Espigão, antiga Mandaguari (1948), bairro (patrimônio) São Sebastião (pito aceso), e os desmembramentos dos seguintes distritos que obtiveram emancipação política: Martinópolis, antiga José Teodoro (1938), Indiana (1948), Caiabu (1953) e Taciba, antiga Formiga (1953).