Campo do Brito: História
A 52 km da capital Aracaju, Existem algumas versões sobre como surgiu o município de Campo do Brito: Uma retrata sobre a família Brito, que possuía um campo onde praticavam agricultura e criavam animais na onde hoje é conhecido como Campo do Brito Velho, e outra história que existem ruínas de uma capela que hoje seria a Igreja Matriz de Nossa Senhora da Boa Hora, e a partir disso, a freguesia foi se desenvolvendo ao redor dessa capela. Mas a história certa é que, em 10 de março de 1601, as terras atualmente de Campo do Brito foram doadas em sesmarias de 30 léguas para o capitão Antônio Rodrigues, que após a invasão holandesa no território nordestino, o capitão cedeu os territórios ao seu irmão Amaro, jesuíta da Companhia de Jesus, com a região descrita como 'Junta à serra da Cajaíba, na tapera de Pirapoan, entre o vale do Vaza-Barris, a serra de Itabaiana e, subindo o rio, até àquele pico'. Da mesma forma que foram dadas terras a Francisco da Silveira e outros, por exemplo, o território foi sendo passado até o desenvolvimento dele. A emancipação do povoado foi concluída em 29 de outubro de 1912, após contribuição do padre Francisco Freire de Menezes, eleito vigário da Matriz em 1888, e visto como referência aos campo-britenses devido à ser culto e educado, e depois da emancipação foi eleito prefeito de Campo do Brito pela sua representatividade, e mesmo sem recursos próprios conseguiu implementar na cidade a iluminação através de lampiões a querosene. Após o mandato do padre Francisco Freire de Menezes, “Campo do Brito caiu nas mãos de Arnóbio Baptista de Souza e o obscurantismo envolveu o município", escreveu o historiador campo-britense Adalberto Fonseca . Após esse período obscuro descrito por Adalberto, o prefeito eleito, Emeliano Ribeiro, conseguiu produzir mais obras e melhorou a infra-estrutura do município. Logo após o mandato de Emeliano, foi eleito em 1957 o prefeito Graciliano Apolônio Da Fonseca, pai de Adalberto, que foi considerado referência pela população por implementar a água potável na cidade através de um poço artesiano e a energia elétrica junto ao concessionário itabaianense, José Mesquita, em 1961 no município, conseguiu retomar a essência do município, de um povo trabalhador e guerreiro .