Heimatgeschichte · Viradouro ·

Viradouro: História

Viradouro: História

=== Fundação ===
Os fazendeiros da margem esquerda do Rio Pardo, já agora em número de quatorze idealistas, João da Macena Machado, Francisco Machado de Oliveira, Capitão Antônio Machado da Silveira, Major Gabriel Custódio da Silveira, Antônio Sanches Diniz Junqueira, Capitão Vicente Marçal de Lima, Major Manoel Joaquim de Souza Junior, Manoel Machado (conhecido por Neca Machado), José Custódio Braga, Eduardo Custódio da Silveira, Pedro Custódio da Silveira, Coronel José Walter da Silva Porto, José Eduardo da Silveira e o Capitão Jerônymo Custódio da Silveira, vinham amadurecendo a ideia de transformar o Arraial de Viradouro em Distrito de Paz. Para isto era preciso um território delimitado.
Ao mesmo tempo em que o projeto era desenvolvido iam sendo construídas as primeiras casas no arraial.
Em 1899, foi construída a segunda casa de tijolos, por Vicente Marçal de Lima. Esta foi, também, a primeira casa comercial.
Um ano depois, em 1900, era construída no arraial a primeira capela, já que a quase totalidade dos moradores era católica.
Alguns moradores reuniram-se e formaram uma comissão para angariar fundos para a construção da capela, que foi entregue aos empreiteiros Carlos Tocalino e seu filho, Luiz Carlos Tocalino. Um dos maiores colaboradores, responsável pela obra e pelo fornecimento dos materiais foi João da Macena Machado.
Em 1902, foi construído o primeiro cemitério, em terreno doado pelo Coronel Francisco Antônio Diniz Junqueira, com madeira doada por Francisco Antônio Geraldo, cujo rachamento foi pago por Vicente Marçal de Lima.
Em 1905, a comissão organizada inicialmente em 1898, depois de haver angariado o numerário suficiente para a aquisição dos 30 alqueires de terra, adquiriu as terras de Jerônymo Custódio da Silveira para o arraial.
Ao passar a escritura constatou-se que os impostos excediam o previsto, mesmo que fosse feita em forma de doação das terras. Feito o cálculo do imposto de doação e do valor das terras, concluiu-se que o dinheiro angariado não seria suficiente. Só daria para comprar 25 alqueires e assim, no dia 6 de março de 1905, na residência do Capitão Jerônymo Custódio da Silveira foi lavrada escritura de doação, que faziam Jerônymo Custódio da Silveira e sua mulher Izabel Theodora da Silveira à Nossa Senhora Aparecida, padroeira do arraial de Viradouro, então representada pelo Major Gabriel Custódio da Silveira. As terras haviam sido adquiridas de Mizael Alves de Lima.
Com esta doação, o Arraial de Viradouro passou a possuir a principal condição para se tornar Distrito de Paz, ter um território delimitado. Estava oficializada sua fundação.

No início de 1906, foi terminado o serviço de demarcação dos quarteirões e execução do mapa do patrimônio, elaborado pelo engenheiro João Maestrela, de Bebedouro, em 1909.
Logo em seguida foi determinada a criação da Fábrica da Igreja, sendo primeiro fabriqueiro o Coronel Gabriel Custódio da Silveira.
Em 21 de março de 1906, era publicado o Decreto que criava o Distrito Policial de Viradouro e o primeiro posto policial; e em 3 de dezembro do mesmo ano, através da Lei n. 1004, o Arraial do Viradouro foi elevado à categoria de Distrito de Paz de Pitangueiras, que então pertencia à Comarca de Bebedouro. A instalação do Distrito deu-se em 31 de janeiro de 1907.
Em 26 de dezembro de 1916, pela Lei n. 1.522, a localidade foi elevada a município, vindo a ser instalado em 23 de março de 1918.

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Quelle: Text: Wikipedia – „Viradouro“, Autorinnen und Autoren (Versionsgeschichte), CC BY-SA 4.0 · Foto: MARCO AURÉLIO ESPARZ…, CC BY-SA 3.0 – Wikimedia Commons