Salto do Lontra: História
Em 1951 surgiram, na região, as primeiras famílias que iniciaram a colonização e a fundação da vila. Nicolau Inácio e sua família, cuja avenida principal leva seu nome, foram os primeiros colonizadores, quando iniciaram a abertura do espaço que viria a ser a sede do futuro município.[carece de fontes]?
Nicolau Inácio, juntamente com Benjamim Baggio e Estevão Dorigon, ergueram, em 1952, a primeira capela, denominada Nossa Senhora Aparecida, feita de madeira lascada. Como não havia escola no local, funcionava também como sala de aula, tendo como primeira professora a Senhora Irondina Piazza Wobeto, juntamente com o Senhor Antonio Peron.[carece de fontes]?
Logo em seguida, descendentes de alemães, italianos e poloneses, vindos do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, começaram a povoar a localidade. Essas famílias trouxeram consigo suas culturas e tradições.[carece de fontes]?
Com o crescente desenvolvimento, alguns conflitos de terra foram verificados, quando as empresas CANGO (Colônia Nacional de General Osório) e a CITLA (Clevelândia Industrial e Territorial Ltda.) entraram em disputa por áreas. Como consequência imediata, muitos habitantes da vila foram obrigados a deixar suas terras e migrar para outras regiões. Os conflitos só tiveram fim em 1957 com a chamada "Revolução dos Colonos".[carece de fontes]?
Em 1961, de acordo com a Lei nº 92 de agosto do mesmo ano, a vila de Salto do Lontra foi elevada à categoria de Distrito, pertencente á Francisco Beltrão. Três anos depois, foi elevada à categoria de Município pela Lei nº 4.823 de 18 de fevereiro de 1964. A instalação ocorreu dia 13 de dezembro do mesmo ano, data em que foi empossada a primeira Câmara Municipal e o primeiro prefeito eleito, Wilson José da Silva Nunes. Em 1986, Salto do Lontra foi elevada a comarca, criada pela lei municipal 8.280/86.[carece de fontes]?