Novo Oriente de Minas: História
Em 1932 era uma fazenda pertencente ao Sr. Inácio Pereira e seu filho Onório Pereira Rosa que entraram na mata bruta e fez campo de cultivo, foram os primeiros moradores destas terras. Por motivo de desentendimento entre o Sr. Inácio e seu filho o proprietário saiu à procura de compradores para a fazenda.
Vindo da região de Topázio o Sr. João Roque instalou-se com sua esposa Cristina Ferreira Coimbra em 1936 nessas terras. Começa a explorá-las, e descobre que seu subsolo é rico em pedras preciosas, atraindo vários garimpeiros surgindo dai, pequenos estabelecimentos de comércio para suprir a crescente necessidade dos moradores.
Tentou-se organizar uma feira no atual povoado de Frei Gonzaga, nomeado assim, pois a primeira missa foi celebrada por um frei chamado Gonzaga, mas também era conhecido por Jabuti, pois quando os garimpeiros chegavam de manhã nas lavras encontravam jabutis nas catras cheias de água, isso se repetia todos os dias. A feira não se fluiu, então o Sr. João Roque organizou uma feira em sua fazenda nos mesmos moldes da anterior, e dessa vez foi um grande sucesso. A fazenda se tornou o povoado de Belo Oriente.
Instalou-se a primeira maquina de limpar café tendo como proprietário o Sr. Durval de Barros, cuja sede hoje e considerada Patrimônio Histórico Municipal que serve como salas de aula anexas a Escola Estadual Paulo Pinheiro Chagas.
Desta caminhada surgiu o Centro de Defesa da Família fundado em 1979 e registrado em 1986, além de coordenar o trabalho de ligação entre a Comunidade e o Poder Executivo Municipal, com a atuação do CDF várias reivindicações foram atendidas para a melhoria de inúmeros setores do município. Mais tarde organizou-se uma votação popular elegendo o nome de Novo Oriente; por haver uma cidade no Ceará com o mesmo nome, denominou-se então Novo Oriente de Minas. Em 1995 foi emancipada pela lei n°. 37195 em 21 de dezembro.