Nova Floresta: História
O município de Nova Floresta surgiu por volta de 1870 no Sitio Estrondo, o primeiro morador do Sitio Estrondo foi o Sr. Cecílio Ferreira de Araújo, sogro dos Senhores: Manuel Ramos Dantas, mais conhecido como Manuel Cazuza, Sandoval Sabino de Araújo e Luiz Sabino. O Sr. Cecílio era o proprietário das terras do Estrondo e da casa de farinha pertencente ao município de Cuité-PB. Em 1927 chegou ao local o sr. Benedito Marinho da Costa que se estabeleceu com um pequeno comércio e classificou o lugar como "nova floresta", que deu origem ao topônimo. A partir dai, o pequeno povoado tomou vulto. Já em 1930, o sr. Benedito Marinho transferiu parte dos seus negócios para Felinto Florentino de Azevedo, que adquiriu muitas terras na região. Em 1936, Felinto Florentino de Azevedo (23 de agosto de 1881 - 1962), que chegara a localidade em 1934, doou o terreno para a construção da Capela de São Severino Bispo e construiu inúmeras residências, facilitando as condições de crescimento. Após dois anos, realizava-se a primeira feira-livre do povoado, que ainda hoje se faz com grande movimento, foi em um domingo no ano de 1938. Com o passar dos tempos, o lugarejo foi crescendo e ganhando espaços culturais, como o Nova Floresta Clube, o prédio público mais antigo da cidade, em 1951. No ano seguinte foi inaugurada a Amplificadora Muirapiranga pelo jovem Menézio Dantas. Em consequência do crescimento urbano, populacional e cultural da então vila de Nova Floresta, em 29 de março de 1955 foi elevada a categoria de distrito pertencente a Cuité. Por volta de 1959, Nova Floresta já contava com um clube, uma escola pública, um serviço de radiodifusora,o cartório de registro civil e a economia girava em torno do pequeno comércio e da agricultura de subsistência e da cultura do sisal destacando-se a atuação da família Irineu, principalmente Sebastião Clementino de Lima (Seu Nozinho), o maior produtor de agave e agropecuarista na região. Eu Calixto Dantas também reconheço como um dos maiores produtores de agave da região meu pai Manoel Ramos Dantas, ele vendia toda semana um carrada de agave em torno de sete mil a sete mil e quinhentos quilos, para seu Benedito Venâncio, comprador de agave que morava em cuité, Papai só ia pega o dinheiro no final do mês, quando chegava com meio saco de dinheiro em nota de conto de reis, minha mãe Josefa Amelia Dantas, (filha do meu avo Cecílio) arrumada os pacotes dentro do guarda tudo, Ele gastou muito dinheiro na campana de Menézio Dantas em 1962 para prefeito, Bastinho Lopes dizia que era um tostão. conta um milhão. A cidade foi a maior produtora da fibra no Brasil. Na política tinha Benedito Marinho da Costa como seu representante na câmara de Cuité, fatores que contribuíram para sua elevação a município. …