Heimatgeschichte · Brejo Grande ·

Brejo Grande: História

Brejo Grande: História

Há muito tempo, havia uma ilha situada no baixo são Francisco, pelo nome de ilha da Paraúna, suas terras eram cobiçadas pelos colonos portugueses de Penedo, ocorreram várias disputas por esta ilha, seus primeiros habitantes foram os índios tupinambás, após seu descobrimento ficou pertencente a capitania de Pernambuco, passou a pertencer a capitania da Bahia em 1812, com ajuda do português João Pires Tojal e os Ferreiras, que aterraram o canal das Paraúna unindo as margens sul da ilha, contrapondo-se os revolucionários de Penedo, por esses tempos Brejo Grande, um lugarejo, uma ilha, após isso o Rei Dom João em uma de suas cartas escreveu “ Os Ferreiras com os escravos aterraram o braço do rio e ligaram a ilha da Paraúna a capitania da Bahia” , depois de aterrarem o canal, criaram-se os engenhos, de cana de açúcar, café, algodão. Porcentagem dos escravos no ano de 1854 na região do Baixo São Francisco: Brejo Grande 30% , Vila Nova 09% ,Porto da Folha 11% ,Propriá 12%. O “Rio das Borboletas”, o então São Francisco, sempre esteve presente na história de Brejo Grande, mas, apesar desse fator, o município teve uma economia baseada no trabalho escravo, chegando a ter mais de 20 engenhos.
O engenho Alto dos Pinheiros, localizado atrás da igreja de Nossa Senhora da Conceição, pertencia ao Sr. Antônio Manuel Ferreira Machado nasceu em janeiro de 1804 faleceu em 1868, seus restos mortais se encontram no altar de São Francisco na Igreja Conceição. Através de um golpe em seus compatriotas adquiriu toda a terra de Brejo Grande, Antônio tivera muitos filhos, a todos que casavam dava um engenho e uma certa quantidade de escravos. Dai os engenhos Cajuhype, Brejo Grande, Conceição, Bandarra e outros. Depois da proibição do trafico negreiro em 1851 entram pelo rio São Francisco 400 escravos.
Alguns Registros dos Engenhos:
Engenho Alto dos Pinheiros: Construído por Antônio Manuel Machado Ferreira nascido em janeiro de 1804 e faleceu em fevereiro de 1968, o maior latifundiário da época, que depois de dar um golpe baixo em seus compatriotas adquiriu quase toda a terra do município. Esse homem tinha vários filhos e era costume dar a cada um deles uma certa quantidade de terra com um engenho e seus escravos;
Engenho Canto Escuro: Construído por Antônio Manuel Ferreira Machado que deu a seu filho, Dr. Enéas Ferreira que casou com a senhora Chiquinha Silva (irmã do Adelino José da Silva) Enéias foi enterrado ao lado de sua casa na capela Santa Terezinha , ganhando esse nome por causa das nuvens de cor cinza que se formavam sempre naquela região;
Engenho Capivara: Construído por Alfredo Martins;
Engenho Bandarra: Construído por João Alves Tojal casado com Adelaide Ferreira Machado ( pais de Ioio,Epunina,Lica,Consuelo e Hermelina)
Engenho Paraúna: Este situado próximo ao porto histórico do canal das Paraúna, originando assim o nome do engenho. Era de propriedade de Manoel Lemos Souza Machado e sua esposa Francisca Conceição de Lemos Machado que vinha do engenho Fortuna em Sergipe. Dr. Machado tendo um só filho do primeiro casamento casou-se pela segunda vez e veio a ter muitos filhos e filhas, destacando-se o Matheus Ferreira Machado (pai do desembargador Antônio Machado), que fez pedido em casamento a uma filha do senhor Melicio (Maria Laudelina Machado); a carta de consentimento foi escrita pelo senhor Melicio em 1900. …

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Quelle: Text: Wikipedia – „Brejo Grande“, Autorinnen und Autoren (Versionsgeschichte), CC BY-SA 4.0 · Foto: Feephe, CC BY-SA 4.0 – Wikimedia Commons